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Divisão celular embrionária

Todos, em algum momento de nossas vidas, passamos por isso (=clivagens embrionárias).

Vídeo de um embrião de equinodermo se desenvolvendo (acelerado 3x).
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Cara a cara com a larva plúteos

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Vista frontal de uma larva plúteos de equinodermo. Imagem composta por 122 fotos de planos focais diferentes.

Fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Frontal_view_of_a_pluteus_larva.tif

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Mais um biscoito?

Exatos seis meses atrás saiu uma matéria na Ciência Hoje das Crianças online sobre as bolachas-do-mar que ainda não tinha colocado aqui. Clique na imagem ou aqui para ler.

Tem biscoito na areia? Com vocês, a bolacha-do-mar!

Pouco menos de seis meses antes disso saiu um post no Scientist at Work Blog do Rich Mooi, especialista em ouriços irregulares. O post, “The Hidden World of Heart Urchins” tem uma foto de uma bolacha-do-mar “fofinha” que precisava compartilhar 🙂

Clypeaster humilis by Rich Mooi
Clypeaster humilis by Rich Mooi
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Um mestrado com bolachas

Compartilho aqui um resumo do que vi nestes últimos dois anos durante meu projeto de mestrado. De um jeito um pouco diferente…

Eu vi o encontro de óvulos e espermatozóides. Vi o início de um organismo. Um não, milhares. Talvez milhões. Vindos de criaturas cobertas de espinhos.

Vi como tudo muda no momento da fecundação. E, sob meu olhar, as células do embrião se dividiram.

Eu vi células se auto-organizando e tomando forma, até virar uma esfera com camada de dentro e de fora. A esfera nadou, num meio tão viscoso quanto mel, usando pequenos cílios que agora adornam suas células.

Eu vi sua forma mudar rapidamente. Tecidos se dobrando, cores aparecendo, células caminhando e fazendo coisas inimagináveis para nosso cérebro humano.

Mudaram tanto que ganharam outro nome. Larvas. Fantásticas e independentes. Um primor do micro-design evoluído. Elegante pra se mover, e, ao mesmo tempo, uma máquina de comer.

Cuidei das larvas. É preciso observar, entender o que precisam. Por meses a fio.

Acompanhei suas mudanças. Novos tecidos aparecendo, e com eles, novas ideias e interesses. Num mesmo ser, vidas que divergem. A larva quer nadar, a jovem quer o fundo. É até difícil imaginar a esquizofrenia da situação.

Mesmo assim, afundar torna-se inevitável. E a metamorfose acontece, drástica e rápida. Ou como costumamos dizer, catastrófica.

As pequenas já não são duas camadas de células, apenas. São elaboradas, com simetria impecável. E com tantos pés… inevitavelmente trôpegas.

Ainda guardo a sensação indescritível de vê-las aprender a andar.

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Vida de bolacha

Meu vídeo sobre o ciclo de vida de uma bolacha-do-mar está online!

Também disponível no Vimeo. Saiba mais em: http://mestrado.organelas.com/videos/

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Vídeo “Vida de bolacha” online!

Tenho o prazer de informar que o vídeo Vida de bolacha está online! O vídeo contém cenas do ciclo de vida da bolacha-do-mar Clypeaster subdepressus incluindo embriões, larvas e filhotes, e faz parte do meu projeto de mestrado.

Saiba mais sobre o vídeo em mestrado.organelas.com/videos.

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Larva plúteos no confocal

Larva plúteos
Larva plúteos de Clypeaster subdepressus sob microscopia confocal.

A preparação é uma lâmina total de larvas ~36h após a fertilização, corada com carmin. Depois da captura da seqüência de imagens (no eixo z) no confocal, a informação de profundidade foi codificada em cores de modo que estruturas que têm a mesma cor estão no mesmo plano focal. Em seguida foi feita a projeção que junta todos os planos focais numa única foto.

A seqüência de imagens foi tirada por A.S. de Souza no Instituto Butantan durante uma aula da profa Toshie Kawano.

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Óvulo

O que vocês veêm abaixo é a superfície de um óvulo de uma bolacha-do-mar. O nome da espécie é Clypeaster subdepressus e eu utilizo os gametas para estudar seus embriões.

Neste caso, tirei 40 fotos de diferentes planos focais, corrigi flutuações de luminosidade e fiz uma montagem juntando todos os planos numa única foto. Depois disso comecei a brincar com os contornos e o resultado foi isso aí. As cores nada tem a ver com o óvulo original.

Óvulo

Essas fotos foram tiradas no microscópio, já que este óvulo tem menos que 0,5 mm de diâmetro!