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	<title>organelas &#187; Português</title>
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		<title>Verme amendoim</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Apr 2013 22:25:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nelas</dc:creator>
				<category><![CDATA[biologia]]></category>
		<category><![CDATA[invertebrados]]></category>
		<category><![CDATA[sipuncula]]></category>
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		<category><![CDATA[vida marinha]]></category>

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		<description><![CDATA[Sipuncúlidos são vermes marinhos não-segmentados que tem a larva mais carismática dos oceanos, a pelagosfera: As pelagosferas são bastante ativas e podem nadar por meses até assentar e se tornarem indivíduos adultos. Os adultos são mais&#8230; vermiformes. Vivem no lodo, areia ou conchas, tem uma probóscide retrátil denominada de introverte (veja vídeo abaixo) com tentáculos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Sipuncúlidos são vermes marinhos não-segmentados que tem a larva mais carismática dos oceanos, a pelagosfera:</p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><img class=" " alt="Larva pelagosfera" src="http://cifonauta.cebimar.usp.br/site_media/photos/aem_5niPUJ.jpg" width="600" /><p class="wp-caption-text">Alvaro E. Migotto. Larva pelagosfera. Banco de imagens Cifonauta. Disponível em: <a href="http://cifonauta.cebimar.usp.br/photo/11960/">http://cifonauta.cebimar.usp.br/photo/11960/</a> Acesso em: 2013-04-28.</p></div>
<p>As <a href="http://cifonauta.cebimar.usp.br/search/?tag=larva&amp;taxon=sipuncula">pelagosferas</a> são bastante ativas e podem nadar por meses até assentar e se tornarem <a href="http://cifonauta.cebimar.usp.br/search/?tag=adulto&amp;taxon=sipuncula">indivíduos adultos</a>.</p>
<p><iframe src="http://cifonauta.cebimar.usp.br/embed/100/" height="288" width="512" frameborder="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Os adultos são mais&#8230; vermiformes. Vivem no lodo, areia ou conchas, tem uma probóscide retrátil denominada de introverte (veja vídeo abaixo) com tentáculos em volta da boca e seu ânus fica no meio das &#8220;costas&#8221; (superfície dorsal).</p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><img class="  " alt="Sipuncúlido adulto" src="http://cifonauta.cebimar.usp.br/site_media/photos/aem_IJj2OW.jpg" width="600" /><p class="wp-caption-text">Alvaro E. Migotto. Sipuncúlido. Banco de imagens Cifonauta. Disponível em: <a href="http://cifonauta.cebimar.usp.br/photo/11687/">http://cifonauta.cebimar.usp.br/photo/11687/</a> Acesso em: 2013-04-28.</p></div>
<p>Sipuncúlido retraindo sua introverte.</p>
<p><iframe src="http://cifonauta.cebimar.usp.br/embed/291/" height="288" width="512" frameborder="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Alguns são bonitos e até <a href="http://cifonauta.cebimar.usp.br/taxon/phascolosoma-stephensoni/">coloridos</a>. E tem gente que come, claro! Descobri na <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Sipuncula">Wikipedia</a> que geléia de sipuncúlido é uma delicatessen de uma cidade na China. Nham!</p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><img class="  " alt="Sipunculid worm jelly" src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/c/ce/Sipunculid_worm_jelly.jpg/640px-Sipunculid_worm_jelly.jpg" width="600" /><p class="wp-caption-text">A dish of Sipunculid worm jelly made with Sipunculus nudus 中文（繁體）‎: <a href="https://zh.wikipedia.org/wiki/%E5%9C%9F%E7%AD%8D%E5%87%8D">土筍凍</a> Photo: <a href="https://commons.wikimedia.org/wiki/User:SoHome">SoHome Jacaranda Lilau</a></p></div>
<p>Enfim, queria mesmo era compartilhar o teste abaixo traduzido de um famoso livro texto de invertebrados. Com as figuras e links neste post fica fácil responder <img src='http://organelas.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><a href="http://organelas.com/wp-content/uploads/2011/11/310409_237392962988967_228456710549259_643936_210595360_n.jpg"><img class="size-medium wp-image-731  alignnone" title="Sipuncula" alt="Sipuncula" src="http://organelas.com/wp-content/uploads/2011/11/310409_237392962988967_228456710549259_643936_210595360_n-300x96.jpg" width="300" height="96" /></a></p>
<p>Saiba mais sobre os sipuncúlidos no <a href="http://eol.org/pages/8871/overview">EoL</a>.</p>
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		<title>Cifonauta, um banco de imagens para a biologia marinha</title>
		<link>http://organelas.com/2012/09/26/cifonauta-um-banco-de-imagens-para-a-biologia-marinha/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Sep 2012 22:25:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nelas</dc:creator>
				<category><![CDATA[biologia]]></category>
		<category><![CDATA[biologia marinha]]></category>
		<category><![CDATA[cifonauta]]></category>

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		<description><![CDATA[O Cifonauta foi inaugurado no dia 26 de setembro do ano passado (2011) e completa hoje 1 ano de vida pública. A ideia de um banco de imagens da vida marinha, no entanto, é mais antiga. A documentação fotográfica faz parte de muitas abordagens de pesquisa e nos 30 anos de CEBIMar muito material foi [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://cifonauta.cebimar.usp.br/">Cifonauta</a> foi inaugurado no dia 26 de setembro do ano passado (2011) e completa hoje 1 ano de vida pública. A ideia de um banco de imagens da vida marinha, no entanto, é mais antiga.</p>
<p>A documentação fotográfica faz parte de muitas abordagens de pesquisa e nos 30 anos de CEBIMar muito material foi coletado e estudado. Revistas especializadas e atividades de extensão do centro como cursos, folhetos e palestras são o destino comum deste conteúdo. No entanto, apenas uma pequena parte é publicada desta maneira, o restante acabava nunca vindo a público. São fotos e vídeos acumulados ao longo dos anos e que de certo modo representam a diversidade da vida marinha do litoral norte de São Paulo. Como aproveitar este potencial?</p>
<p>A ideia do Alvaro era criar um banco de imagens para divulgar os organismos documentados no CEBIMar. A primeira versão do site do <a title="CEBIMar/USP" href="http://www.usp.br/cbm">CEBIMar</a>, por exemplo, já continha uma galeria curada à mão contendo fotos de organismos marinhos separadas por classificação taxonômica.</p>
<p><a href="http://organelas.com/wp-content/uploads/2012/09/divulga2008.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-813" title="divulga2008" src="http://organelas.com/wp-content/uploads/2012/09/divulga2008-300x154.jpg" alt="" width="300" height="154" /></a><a href="http://organelas.com/wp-content/uploads/2012/09/galeria2008.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-814" title="galeria2008" src="http://organelas.com/wp-content/uploads/2012/09/galeria2008-300x165.jpg" alt="" width="300" height="165" /></a></p>
<p>A segunda versão do site também continha uma galeria ainda maior com cerca de 1000 fotos. Ainda assim, era pouco para o volume de material nos arquivos do CEBIMar. A oportunidade surgiu com um edital do CNPq e assim criamos o <a title="Cifonauta" href="http://cifonauta.cebimar.usp.br/">Cifonauta</a>.</p>
<p>A ideia é simples. Um banco de imagens sobre biologia marinha abastecido pelos próprios pesquisadores do CEBIMar. Especialistas cujo conhecimento permite enriquecer as imagens com informações adicionais. No caso, nome da espécie, classificação taxonômica, habitat, estágio de vida, modo de vida, tamanho, geolocalização, técnica utilizada, etc. Estes dados permitem não só saber um pouco mais sobre o organismo, mas também filtrar o conteúdo do banco combinando marcadores.</p>
<p><a href="http://organelas.com/wp-content/uploads/2012/09/meta3.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-815" title="meta3" src="http://organelas.com/wp-content/uploads/2012/09/meta3-300x123.jpg" alt="" width="300" height="123" /></a></p>
<p>Outro diferencial do Cifonauta é que não colocamos apenas a melhor foto de cada ser. Uma foto é um recorte espacial e temporal e um organismo é um ser complexo tridimensional. Por isso, colocamos diversas imagens representativas de um mesmo organismo como no <em><a href="http://cifonauta.cebimar.usp.br/taxon/chromodoris-paulomarcioi/">Chromodoris paulomarcioi</a></em>.</p>
<p>Um exemplo recente que mostra o banco na prática. Pesquisadores do CEBIMar estudando organismos da meiofauna (entre grãos de areia) produziram um filme fantástico <a href="https://www.youtube.com/watch?v=eQK-_eZTb80">Vida Entre Grãos</a>. As fotos e vídeos que serviram de material bruto para produzir o filme foram adicionados ao Cifonauta: são <a href="http://cifonauta.cebimar.usp.br/tag/meiofauna/">538 fotos e 167 vídeos</a> documentando a biologia destes organismos; tardígrado, ácaro, nemertíneo, poliquetos, quinorrincos, gastrótrico, molusco, entre outros! Não é qualquer pessoa que já viu um <a href="http://cifonauta.cebimar.usp.br/video/404/">gastrótrico andando</a> por aí&#8230; mas agora qualquer pessoa pode. E é esse o ideal do Cifonauta.</p>
<p>O Vida Entre Grãos para quem não viu:</p>
<p><iframe width="625" height="352" src="http://www.youtube.com/embed/eQK-_eZTb80?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Mais um biscoito?</title>
		<link>http://organelas.com/2012/05/14/mais-um-biscoito/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 13:00:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nelas</dc:creator>
				<category><![CDATA[biologia]]></category>
		<category><![CDATA[bolacha-do-mar]]></category>
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		<description><![CDATA[Exatos seis meses atrás saiu uma matéria na Ciência Hoje das Crianças online sobre as bolachas-do-mar que ainda não tinha colocado aqui. Clique na imagem ou aqui para ler. Pouco menos de seis meses antes disso saiu um post no Scientist at Work Blog do Rich Mooi, especialista em ouriços irregulares. O post, &#8220;The Hidden [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Exatos seis meses atrás saiu uma matéria na Ciência Hoje das Crianças online sobre as bolachas-do-mar que ainda não tinha colocado aqui. Clique na imagem ou <a href="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/larva-pluteos/">aqui</a> para ler.</p>
<p><a href="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/larva-pluteos/"><img class="aligncenter size-full wp-image-750" title="Tem biscoito na areia? Com vocês, a bolacha-do-mar!" src="http://organelas.com/wp-content/uploads/2012/04/biscoito.png" alt="Tem biscoito na areia? Com vocês, a bolacha-do-mar!" width="360" height="108" /></a></p>
<p>Pouco menos de seis meses antes disso saiu um post no <a href="http://scientistatwork.blogs.nytimes.com/">Scientist at Work Blog</a> do Rich Mooi, especialista em ouriços irregulares. O post, &#8220;<a href="http://scientistatwork.blogs.nytimes.com/2011/06/09/the-hidden-world-of-heart-urchins/">The Hidden World of Heart Urchins</a>&#8221; tem uma foto de uma bolacha-do-mar &#8220;fofinha&#8221; que precisava compartilhar <img src='http://organelas.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<div id="attachment_751" class="wp-caption aligncenter" style="width: 200px"><a href="http://scientistatwork.blogs.nytimes.com/2011/06/09/the-hidden-world-of-heart-urchins/"><img class="size-full wp-image-751" title="Clypeaster humilis by Rich Mooi" src="http://organelas.com/wp-content/uploads/2012/04/09saw_biscuit-articleInline.jpg" alt="Clypeaster humilis by Rich Mooi" width="190" height="144" /></a><p class="wp-caption-text">Clypeaster humilis by Rich Mooi</p></div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Mestre em LaTeX de roupa nova</title>
		<link>http://organelas.com/2012/05/06/mestre-em-latex-de-roupa-nova/</link>
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		<pubDate>Sun, 06 May 2012 08:32:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nelas</dc:creator>
				<category><![CDATA[código]]></category>
		<category><![CDATA[github]]></category>
		<category><![CDATA[latex]]></category>

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		<description><![CDATA[Aproveitando que algumas pessoas me mandaram suas modificações do Mestre em LaTeX nesta semana, resolvi tirar a poeira de lá. Migrei o desenvolvimento para o GitHub, onde mantenho meus programas: github.com/nelas/mestre-em-latex. Agora fica mais fácil pra outras pessoas contribuirem criando um clone ou editando o wiki. O screenshot abaixo é da nova página que fica [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Aproveitando que algumas pessoas me mandaram suas modificações do Mestre em LaTeX nesta semana, resolvi tirar a poeira de lá. Migrei o desenvolvimento para o <a title="GitHub nelas" href="http://github.com/nelas">GitHub</a>, onde mantenho meus programas: <a title="Mestre em LaTeX" href="http://github.com/nelas/mestre-em-latex">github.com/nelas/mestre-em-latex</a>. Agora fica mais fácil pra outras pessoas contribuirem criando um clone ou editando o <a href="http://github.com/nelas/mestre-em-latex/wiki" title="Wiki do MeL">wiki</a>. O screenshot abaixo é da nova página que fica mais elegante e convidativa: <a href="http://nelas.github.com/mestre-em-latex">nelas.github.com/mestre-em-latex</a></p>
<p><a href="http://organelas.com/wp-content/uploads/2012/05/nelas.github.com-2012-5-6-12526.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-778" title="nelas.github.com 2012-5-6 1:25:26" src="http://organelas.com/wp-content/uploads/2012/05/nelas.github.com-2012-5-6-12526-300x80.png" alt="nelas.github.com 2012-5-6 1:25:26" width="300" height="80" /></a></p>
<p>Os arquivos foram baixados quase 4 mil vezes desde 2009; não é muito, mas imagine esse tanto em teses empilhadas&#8230; <img src='http://organelas.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Agora vem o trabalho de verdade que é incorporar as contribuições e resolver pendências antigas.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Gene Fetcher tool no Zim</title>
		<link>http://organelas.com/2012/04/29/gene-fetcher-tool-no-zim/</link>
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		<pubDate>Sun, 29 Apr 2012 20:13:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nelas</dc:creator>
				<category><![CDATA[biologia]]></category>
		<category><![CDATA[código]]></category>
		<category><![CDATA[biopython]]></category>
		<category><![CDATA[python]]></category>
		<category><![CDATA[zim]]></category>

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		<description><![CDATA[Tenho usado o Zim Desktop Wiki como caderno de anotações faz algum tempo. Ele salva as notas como arquivo texto com marcação wiki permitindo que eu acesse o conteúdo diretamente com outros editores e facilitando o backup (eg, pasta de notas sincronizada no Dropbox). Comecei a mexer com genes no doutorado e estava guardando as [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho usado o <a href="http://zim-wiki.org/">Zim Desktop Wiki</a> como caderno de anotações faz algum tempo. Ele salva as notas como arquivo texto com marcação wiki permitindo que eu acesse o conteúdo diretamente com outros editores e facilitando o backup (eg, pasta de notas sincronizada no Dropbox).</p>
<p>Comecei a mexer com genes no doutorado e estava guardando as sequências em arquivos texto soltos por aí. Pra manter as coisas organizadas (já que a quantidade de genes começou a aumentar) resolvi tentar guardar cada sequência em uma nota separada no Zim. Assim posso organizar os genes de maneira mais intuitiva, fica mais fácil encontrar o que estou procurando e ainda posso acessar as sequências programaticamente com scripts.</p>
<p>Cada gene pode ter marcadores indicando que aquela página é uma sequência, o organismo, o tipo de gene (relacionado com que processos do desenvolvimento) e o nome mais comum para agrupar genes ortólogos. Com os marcadores fica fácil filtrar as notas. Na imagem abaixo eu cliquei no gene <em>vasa</em> e de cara dá pra ver que tenho as sequências do peixe paulistinha (<em>D. rerio</em>), humanos (<em>H. sapiens</em>) e drosófila (<em>D. melanogaster</em>).</p>
<div id="attachment_739" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://organelas.com/wp-content/uploads/2012/02/note_zim.png"><img class="size-medium wp-image-739" title="Example of gene sequence in Zim" src="http://organelas.com/wp-content/uploads/2012/02/note_zim-300x257.png" alt="Example of gene sequence in Zim" width="300" height="257" /></a><p class="wp-caption-text">Example of gene sequence in Zim</p></div>
<p>O link para a sequência no <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/">NCBI</a> também é útil, caso precise voltar lá para checar alguma informação. Por fim tenho a sequência no formato FASTA, que é o que vou usar na maioria dos casos. Criar uma página assim consome alguns comandos, copy/paste e cliques, então fiz um script simples para automatizar isso.</p>
<p>No Zim você pode rodar scripts customizados que interagem com as páginas do caderno de notas. Criei o <a href="https://github.com/nelas/zim-biotools/blob/master/seqfetch.py">Gene Fetcher</a> para gerar a página a partir do identificador da sequência. Basta você colar o identificador numa nova página, selecioná-lo com o cursor e rodar; as informações serão adicionadas ao final da página.</p>
<p>Nada muito revolucionário, mas útil; pelo menos pra mim, por enquanto. Também pode ser usado fora do Zim, é só passar os argumentos certos.</p>
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		<title>Northern lights</title>
		<link>http://organelas.com/2011/11/13/northern-lights/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Nov 2011 00:05:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nelas</dc:creator>
				<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[doutorado]]></category>

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		<description><![CDATA[Norway by Ole Christian Salomonsen [via boingboing]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-721 aligncenter" title="Northern Lights" src="http://organelas.com/wp-content/uploads/2011/11/Northernlights.jpg" alt="Northern Lights" width="640" height="1004" /></p>
<p><span style="color: #999999;">Norway by Ole Christian Salomonsen [via <a href="http://boingboing.net/2011/11/09/jaw-dropping-northern-lights.html"><span style="color: #999999;">boingboing</span></a>]</span></p>
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		<title>Tartarugas, embriões e fósseis</title>
		<link>http://organelas.com/2011/09/12/tartarugas-embrioes-e-fosseis/</link>
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		<pubDate>Mon, 12 Sep 2011 14:00:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nelas</dc:creator>
				<category><![CDATA[biologia]]></category>
		<category><![CDATA[não categorizado]]></category>
		<category><![CDATA[animação]]></category>
		<category><![CDATA[biologia do desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[evo devo]]></category>
		<category><![CDATA[evolução]]></category>
		<category><![CDATA[vertebrados]]></category>

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		<description><![CDATA[Nunca imaginei que colocaria um vertebrado neste site&#8230; mas o fato delas terem seus ombros dentro da caixa torácica me fez abrir uma exceção, coitadas. Escrevi um texto sobre o desenvolvimento e evolução do casco das tartarugas no The Node. Ele mostra como é o início da formação do casco nos embriões e como isso pode [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://thenode.biologists.com/turtles-in-a-nutshell/"><img class="alignnone" title="Tartaruga" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/2/2b/TurtleOmaha.jpg/800px-TurtleOmaha.jpg" alt="Tartaruga" width="640" height="428" /></a></p>
<p>Nunca imaginei que colocaria um vertebrado neste site&#8230; mas o fato delas terem seus ombros dentro da caixa torácica me fez abrir uma exceção, coitadas. Escrevi um texto sobre o desenvolvimento e evolução do casco das tartarugas no <a title="The Node is a place to share news about and with the developmental biology community around the world." href="http://thenode.biologists.com/">The Node</a>. Ele mostra como é o início da formação do casco nos embriões e como isso pode ajudar a entender a evolução desse padrão corpóreo tão diferente. Animações em 3D e fósseis estão inclusos no pacote:</p>
<h1><a title="Turtles in a nutshell" href="http://thenode.biologists.com/turtles-in-a-nutshell/">Turtles in a nutshell</a></h1>
<p>[foto por <a href="https://secure.wikimedia.org/wikipedia/commons/wiki/User:Algy3289">Algy3289</a>]</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Bibliografia viva</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Jun 2011 20:46:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nelas</dc:creator>
				<category><![CDATA[biologia]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
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		<description><![CDATA[Num sábado de manhã de algumas semanas atrás eu caí de paraquedas (online) no Hack4Knowledge, um encontro para criar aplicativos, ferramentas e remisturas que aproveitem os bancos de dados existentes para inovar e enriquecer a criação e disseminação do conhecimento. Eu já estava fazendo uns testes com o API do Mendeley e resolvi aproveitar a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Num sábado de manhã de algumas semanas atrás eu caí de paraquedas (online) no <a title="Hack for Knowledge" href="http://hack4knowledge.eventbrite.com/">Hack4Knowledge</a>, um encontro para criar aplicativos, ferramentas e remisturas que aproveitem os bancos de dados existentes para inovar e enriquecer a criação e disseminação do conhecimento.</p>
<p>Eu já estava fazendo uns testes com o <a title="Mendeley API" href="http://dev.mendeley.com/">API do Mendeley</a> e resolvi aproveitar a oportunidade para por em prática uma idéia: agregar referências bibliográficas relacionadas com um determinado táxon. Não é uma idéia particularmente inédita nem difere muito de você colocar o nome de um táxon no google ou scopus, mas o fato do banco de dados do Mendeley ser construído por coleções dos usuários permite extrair algumas informações interessantes. Por exemplo, descobrir quais são os artigos mais populares ou criar um <em>trending topics</em> com os grupos do momento baseado na quantidade de leitores e número de publicações.</p>
<div id="attachment_673" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://organelas.com/wp-content/uploads/2011/06/livingbib.organelas.com-screen-capture-2011-6-25-15-41-4.png"><img class="size-medium wp-image-673" title="Living Bibliography Home Page" src="http://organelas.com/wp-content/uploads/2011/06/livingbib.organelas.com-screen-capture-2011-6-25-15-41-4-300x210.png" alt="Living Bibliography Home Page" width="300" height="210" /></a><p class="wp-caption-text">Página inicial do Living Bibliography</p></div>
<p>Possuir os dados de artigos (independente da fonte) também possibilita extrair informações interessantes como autores mais ativos em determinado táxon, rede de colaboradores, variação anual no número de artigos relacionados, tópicos mais estudados em cada grupo, etc. Integrando tudo isso e usando ferramentas para visualização de dados complexos seria possível, por exemplo, &#8220;ver&#8221; buracos no conhecimento ou acompanhar a história do estudo de um organismo.</p>
<p>Imagine se todos os artigos estivessem acessíveis livremente e contivessem informações (metadados) sobre os organismos em questão como informações taxonômicas, ocorrência, coletas, sequências, citações com <a title="CiTO" href="http://purl.org/spar/cito">marcação semântica</a>, tópicos abordados, hipóteses para testar, metodologias, dados brutos, etc. Em instantes qualquer pessoa poderia ter um resumo do conhecimento atual sobre um organismo. Especialmente interessante para definir diretrizes para a pesquisa e evitar gastos de recursos com os mesmos erros; uma otimização da ciência. Isso sem contar na possibilidade de anexar observações, anotações, discussões, questões não resolvidas e outras atividades colaborativas.</p>
<p>Bom, depois de fazer um <a title="Veja os outros hacks do evento" href="http://www.mendeley.com/blog/developer-resources/hack4knowledge-mendeley-living-bibliographies-visual-search-and-more-h4k/">modelinho da idéia</a> acabei de colocar as funções básicas do agregador para funcionar. Não tem nada do que escrevi acima, apenas uma interface de busca onde você pode usar o nome científico ou nome popular do organismo (em inglês) que você quer ver e uma página por táxon com a lista de referências relacionadas e alguns controles de ordenação. Se o táxon não estiver no banco ele vai buscar as referências na hora, portanto, é necessário esperar um pouco e recarregar a página (pelo menos até eu dar um jeitinho nisso).</p>
<div id="attachment_674" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://organelas.com/wp-content/uploads/2011/06/livingbib.organelas.com-screen-capture-2011-6-25-16-0-42.png"><img class="size-medium wp-image-674" title="Living Bibliography Taxon Page" src="http://organelas.com/wp-content/uploads/2011/06/livingbib.organelas.com-screen-capture-2011-6-25-16-0-42-300x192.png" alt="Living Bibliography Taxon Page" width="300" height="192" /></a><p class="wp-caption-text">Página de um táxon no Living Bibliography</p></div>
<p>Quem se interessar pode testar o <strong>Living Bibliography</strong> no <a title="Living Bibliography" href="http://livingbib.organelas.com/">livingbib.organelas.com</a>. Só lembrando que é totalmente experimental, nada garantido que seus artigos favoritos aparecerão ou que as informações estejam corretas (ainda tem muito artigo duplicado, nome de autor errado, títulos mal formatados, revistas trocadas, e afins no Mendeley). Não sei o quanto vou poder me dedicar, mas o <a title="livingbib at GitHub" href="http://github.com/nelas/livingbib">código é aberto</a> e adoraria ouvir idéias e sugestões <img src='http://organelas.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>A galaxy for insight</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jun 2011 04:03:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nelas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[By empowering readers and observers with transparent access to the means by which conclusions are reached, rather than assembling them in an audience to hear the Authorities deliver the catechism from on high, we are all of us becoming scientists in this way, entering into a democracy of the intellect that is already bearing spectacular [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class='posterous_autopost'>
<div class="posterous_bookmarklet_entry">
<blockquote class="posterous_medium_quote">By empowering readers and observers with transparent access to the means by which conclusions are reached, rather than assembling them in an audience to hear the Authorities deliver the catechism from on high, we are all of us becoming scientists in this way, entering into a democracy of the intellect that is already bearing spectacular fruit, not just at Wikipedia but through any number of collaborative projects, from the Gutenberg Project to Tor to Linux.</p></blockquote>
<div class="posterous_quote_citation">via <a href="http://www.theawl.com/2011/05/wikipedia-and-the-death-of-the-expert">theawl.com</a> &#038; @<a href="http://twitter.com/#!/brunogola/status/75620325500522496">brunogola</a></div>
</p>
</div>
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		<title>Embrião de lula</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Apr 2011 01:13:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nelas</dc:creator>
				<category><![CDATA[biologia]]></category>
		<category><![CDATA[confocal]]></category>
		<category><![CDATA[embriologia]]></category>
		<category><![CDATA[thenode]]></category>

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		<description><![CDATA[via thenode.biologists.com Imagem fabulosa de um embrião de lula! Os núcleos da células estão em azul, sistema nervoso em rosa e cílios de células epiteliais em verde. O globo do lado esquerdo é o saco de vitelo e o cifão já está formadinho. A imagem foi tirada durante o curso de embriologia de Woods Hole [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="posterous_autopost">
<div class="posterous_bookmarklet_entry">
<div class="p_embed p_image_embed"><a href="http://posterous.com/getfile/files.posterous.com/nelas/ippaiJmbuwflxzhhAcEpuCptztiFzjsqdmixedEzBmffwfFbCyalBrIouyyH/media_httpthenodebiol_gqryB.jpg.scaled1000.jpg"><img src="http://posterous.com/getfile/files.posterous.com/nelas/ippaiJmbuwflxzhhAcEpuCptztiFzjsqdmixedEzBmffwfFbCyalBrIouyyH/media_httpthenodebiol_gqryB.jpg.scaled500.jpg" alt="Media_httpthenodebiol_gqryb" width="500" height="400" /></a></div>
<div class="posterous_quote_citation">via <a href="http://thenode.biologists.com/select-a-development-cover-%E2%80%93-round-2/">thenode.biologists.com</a></div>
<p>Imagem fabulosa de um embrião de lula! Os núcleos da células estão em azul, sistema nervoso em rosa e cílios de células epiteliais em verde. O globo do lado esquerdo é o saco de vitelo e o cifão já está formadinho.</p>
<p>A imagem foi tirada durante o curso de embriologia de Woods Hole e é uma das candidatas para a capa da revista científica Development. A votação está aberta para quem quiser (clique no link acima).</p>
</div>
</div>
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