Enigmáticos equinodermos
I also here salute the echinoderms as a noble group especially designed to puzzle the zoologist.
Livro: The Invertebrates: Echinodermata (1955)
Autora: Libbie Henrietta Hyman
Página: Prefácio
I also here salute the echinoderms as a noble group especially designed to puzzle the zoologist.
Livro: The Invertebrates: Echinodermata (1955)
Autora: Libbie Henrietta Hyman
Página: Prefácio
It must be emphasized that statistical hypotheses are to be stated before data are collected to test them. To propose hypotheses after examination of data can invalidate a statistical test. One may, however, legitimately formulate hypotheses after inspecting data if a new set of data is then collected with which to test the hypotheses.
Livro: Biostatistical Analysis (Third Edition)
Autor: Jerrold H. Zar
Página: 79
Contemplar o desenvolvimento da minha prole tem sido, de muitas formas, tão útil à minha busca pela pré-história da mente quanto os artigos e livros que li na última década. Certa vez, quando meu filho Nicholas tinha quase três anos de idade, estávamos nos divertindo com seu zoológico de brinquedo e perguntei se ele queria colocar a foca no lago. Seus olhos fixaram-se por um instante no animal e a seguir ele me olhou brevemente, em silêncio. “Sim”, respondeu, “mas na verdade é um leão-marinho”. Ele estava certo. Eu posso ter confundido os bichos, mas meu filho possuía um conhecimento meticuloso dos seus animaizinhos. Bastava ensiná-lo uma vez e a diferença entre tatus, porcos-da-terra e tamanduás ficava logo embutida na sua mente. (…)
(…) o que eu achei provocante quando meu filho declarou que “na verdade é um leão-marinho” não foi o fato de ele estar certo, mas de ele estar fundamentalmente errado. Como pode ter pensado que era um leão-marinho? Não passava de uma pequena peça de plástico laranja. O leão-marinho é molenga e molhado, é gordo e tem cheiro. A peça de plástico era todas essas coisas – mas apenas na sua mente.
Livro: A pré-história da mente
Autor: Steven Mithen
Páginas: 56 e 59
― Seu amigo Tomás tem talento, mas falta-lhe um rumo na vida, e um pouco de ambição, que é o que decide as coisas ― opinava Fermín Romero de Torres. ― A mente científica tem dessas coisas. Veja, por exemplo, o senhor Albert Einstein. Inventou tantos prodígios, e o primeiro para o qual encontraram aplicação prática foi a bomba atômica, e ainda por cima sem a sua permissão. Além disso, com essa aparência de boxeador que Tomás tem, vão lhe dificultar as coisas no meio acadêmico, porque nesta vida o que comanda tudo é o preconceito.
Motivado a salvar Tomás de uma vida de penúrias e incompreensões, Fermín tinha decidido que era preciso fazê-lo exercitar sua oratória latente e a sua sociabilidade.― O homem, como bom símio, é um animal social e nele prevalecem as patotas, o nepotismo, as trapaças e os rumores como pauta intrínseca de conduta ética ― argumentava. ― É biologia pura.
― Não por muito tempo.
― Que sonso você é às vezes, Daniel.
Livro: A Sombra do Vento
Autor: Carlos Ruiz Zafón
Páginas: 80-81
ei rapaz, já viu esse?
http://www.abelic.net/
bacanesa!
vi agora, valeu!
Gosto dessa aqui:
“O destino costuma estar numa curva de uma esquina. Como se fosse uma lingüiça, uma puta ou um vendedor de loteria: as três encarnações mais comuns. Mas uma coisa que ele não faz é visitas em domicílio. É preciso ir atrás dele.”
Roger 11:11 on 2008/02/27 Permalink |
Olá amigo. Visite o link abaixo e saiba mais sobre a origem da inteligência. Creio que vai gostar e se gostar, divulgue! abraços!
http://origemdainteligencia.blogspot.com/
Rafael 16:24 on 2008/03/01 Permalink |
Excelente este site!
Parabéns!
alexia 19:57 on 2008/03/10 Permalink |
idiota
nelas 20:03 on 2008/03/10 Permalink |
caramba, a discussão está pegando fogo!