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	<title>organelas &#187; ciência</title>
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		<title>Northern lights</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Nov 2011 00:05:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nelas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Norway by Ole Christian Salomonsen [via boingboing]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<ul class="lang_switch"></ul>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-721 aligncenter" title="Northern Lights" src="http://organelas.com/wp-content/uploads/2011/11/Northernlights.jpg" alt="Northern Lights" width="640" height="1004" /></p>
<p><span style="color: #999999;">Norway by Ole Christian Salomonsen [via <a href="http://boingboing.net/2011/11/09/jaw-dropping-northern-lights.html"><span style="color: #999999;">boingboing</span></a>]</span></p>]]></content:encoded>
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		<title>Bibliografia viva</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Jun 2011 19:46:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nelas</dc:creator>
				<category><![CDATA[biologia]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
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		<description><![CDATA[English Num sábado de manhã de algumas semanas atrás eu caí de paraquedas (online) no Hack4Knowledge, um encontro para criar aplicativos, ferramentas e remisturas que aproveitem os bancos de dados existentes para inovar e enriquecer a criação e disseminação do conhecimento. Eu já estava fazendo uns testes com o API do Mendeley e resolvi aproveitar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<ul class="lang_switch">
<li class="lang_switch"><a href="http://organelas.com/en/2011/06/25/living-bibliography/"><img src="http://organelas.com/wp-content/plugins/zdmultilang/flags/en_US.png" alt="English" title="English" border="0">English</a></li>
</ul>
<p>Num sábado de manhã de algumas semanas atrás eu caí de paraquedas (online) no <a title="Hack for Knowledge" href="http://hack4knowledge.eventbrite.com/">Hack4Knowledge</a>, um encontro para criar aplicativos, ferramentas e remisturas que aproveitem os bancos de dados existentes para inovar e enriquecer a criação e disseminação do conhecimento.</p>
<p>Eu já estava fazendo uns testes com o <a title="Mendeley API" href="http://dev.mendeley.com/">API do Mendeley</a> e resolvi aproveitar a oportunidade para por em prática uma idéia: agregar referências bibliográficas relacionadas com um determinado táxon. Não é uma idéia particularmente inédita nem difere muito de você colocar o nome de um táxon no google ou scopus, mas o fato do banco de dados do Mendeley ser construído por coleções dos usuários permite extrair algumas informações interessantes. Por exemplo, descobrir quais são os artigos mais populares ou criar um <em>trending topics</em> com os grupos do momento baseado na quantidade de leitores e número de publicações.</p>
<div id="attachment_673" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://organelas.com/wp-content/uploads/2011/06/livingbib.organelas.com-screen-capture-2011-6-25-15-41-4.png" rel="lightbox[672]"><img class="size-medium wp-image-673" title="Living Bibliography Home Page" src="http://organelas.com/wp-content/uploads/2011/06/livingbib.organelas.com-screen-capture-2011-6-25-15-41-4-300x210.png" alt="Living Bibliography Home Page" width="300" height="210" /></a><p class="wp-caption-text">Página inicial do Living Bibliography</p></div>
<p>Possuir os dados de artigos (independente da fonte) também possibilita extrair informações interessantes como autores mais ativos em determinado táxon, rede de colaboradores, variação anual no número de artigos relacionados, tópicos mais estudados em cada grupo, etc. Integrando tudo isso e usando ferramentas para visualização de dados complexos seria possível, por exemplo, &#8220;ver&#8221; buracos no conhecimento ou acompanhar a história do estudo de um organismo.</p>
<p>Imagine se todos os artigos estivessem acessíveis livremente e contivessem informações (metadados) sobre os organismos em questão como informações taxonômicas, ocorrência, coletas, sequências, citações com <a title="CiTO" href="http://purl.org/spar/cito">marcação semântica</a>, tópicos abordados, hipóteses para testar, metodologias, dados brutos, etc. Em instantes qualquer pessoa poderia ter um resumo do conhecimento atual sobre um organismo. Especialmente interessante para definir diretrizes para a pesquisa e evitar gastos de recursos com os mesmos erros; uma otimização da ciência. Isso sem contar na possibilidade de anexar observações, anotações, discussões, questões não resolvidas e outras atividades colaborativas.</p>
<p>Bom, depois de fazer um <a title="Veja os outros hacks do evento" href="http://www.mendeley.com/blog/developer-resources/hack4knowledge-mendeley-living-bibliographies-visual-search-and-more-h4k/">modelinho da idéia</a> acabei de colocar as funções básicas do agregador para funcionar. Não tem nada do que escrevi acima, apenas uma interface de busca onde você pode usar o nome científico ou nome popular do organismo (em inglês) que você quer ver e uma página por táxon com a lista de referências relacionadas e alguns controles de ordenação. Se o táxon não estiver no banco ele vai buscar as referências na hora, portanto, é necessário esperar um pouco e recarregar a página (pelo menos até eu dar um jeitinho nisso).</p>
<div id="attachment_674" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://organelas.com/wp-content/uploads/2011/06/livingbib.organelas.com-screen-capture-2011-6-25-16-0-42.png" rel="lightbox[672]"><img class="size-medium wp-image-674" title="Living Bibliography Taxon Page" src="http://organelas.com/wp-content/uploads/2011/06/livingbib.organelas.com-screen-capture-2011-6-25-16-0-42-300x192.png" alt="Living Bibliography Taxon Page" width="300" height="192" /></a><p class="wp-caption-text">Página de um táxon no Living Bibliography</p></div>
<p>Quem se interessar pode testar o <strong>Living Bibliography</strong> no <a title="Living Bibliography" href="http://livingbib.organelas.com/">livingbib.organelas.com</a>. Só lembrando que é totalmente experimental, nada garantido que seus artigos favoritos aparecerão ou que as informações estejam corretas (ainda tem muito artigo duplicado, nome de autor errado, títulos mal formatados, revistas trocadas, e afins no Mendeley). Não sei o quanto vou poder me dedicar, mas o <a title="livingbib at GitHub" href="http://github.com/nelas/livingbib">código é aberto</a> e adoraria ouvir idéias e sugestões <img src='http://organelas.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>]]></content:encoded>
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		<title>A galaxy for insight</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jun 2011 04:03:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nelas</dc:creator>
				<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[wiki]]></category>

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		<description><![CDATA[By empowering readers and observers with transparent access to the means by which conclusions are reached, rather than assembling them in an audience to hear the Authorities deliver the catechism from on high, we are all of us becoming scientists in this way, entering into a democracy of the intellect that is already bearing spectacular [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<ul class="lang_switch"></ul>
<div class='posterous_autopost'>
<div class="posterous_bookmarklet_entry">
<blockquote class="posterous_medium_quote">By empowering readers and observers with transparent access to the means by which conclusions are reached, rather than assembling them in an audience to hear the Authorities deliver the catechism from on high, we are all of us becoming scientists in this way, entering into a democracy of the intellect that is already bearing spectacular fruit, not just at Wikipedia but through any number of collaborative projects, from the Gutenberg Project to Tor to Linux.</p></blockquote>
<div class="posterous_quote_citation">via <a href="http://www.theawl.com/2011/05/wikipedia-and-the-death-of-the-expert">theawl.com</a> &#038; @<a href="http://twitter.com/#!/brunogola/status/75620325500522496">brunogola</a></div>
</p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Está bom, filho. Vai pesquisar besouro.</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Jan 2011 23:06:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nelas</dc:creator>
				<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>

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		<description><![CDATA[O que você acha da política científica brasileira? Está ultrapassada. Principalmente, a gestão científica. Foi por isso que eu escrevi o Manifesto da Ciência Tropical (PS do Viomundo: publicado primeiro aqui mesmo, neste espaço). O mais importante nós temos: o talento humano. Mas ele é rapidamente sufocado por normas absurdas dentro das universidades. Não podemos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<ul class="lang_switch"></ul>
<div class="posterous_autopost">
<div class="posterous_bookmarklet_entry">
<blockquote class="posterous_long_quote"><p><strong>O que você acha da política científica brasileira?</strong></p>
<p>Está ultrapassada. Principalmente, a gestão científica. Foi por isso que eu escrevi o Manifesto da Ciência Tropical (<strong>PS do Viomundo: </strong>publicado primeiro<a href="http://www.viomundo.com.br/entrevistas/nicolelis-lanca-manifesto-da-ciencia-tropical-vai-ditar-a-agenda-mundial-do-seculo-xxi.html"> <strong>aqui mesmo, neste espaço</strong></a>). O mais importante nós temos: o talento humano. Mas ele é rapidamente sufocado por normas absurdas dentro das universidades. Não podemos mais fazer pesquisa de forma amadora. Devemos ter uma carreira para pesquisadores em tempo integral e oferecer um suporte administrativo profissional aos cientistas.</p>
<p>Visitei um dos melhores institutos de física do País, na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), e o pessoal não tem suporte nenhum. Se um americano do Instituto de Física da Universidade Duke visitar os pesquisadores brasileiros, não vai acreditar. Eles tomam conta do auditório, fazem os cheques e compram as coisas, porque não é permitido ter gestores científicos com formação específica para este trabalho. Nós preferimos tirar cientistas que despontaram da academia. Aqui no Brasil há a cultura de que, subindo na carreira científica, o último passo de glória é virar um administrador do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) ou da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). É uma tragédia. Esses caras não tem formação para administrar nada. Nem a casa deles. Não temos quadros de gestores. A gente gasta muito dinheiro e presta muita atenção em besteira e não investe naquilo que é fundamental.</p>
<p>&#8230;</p>
<p>Se chega um jovem muito talentoso que quer investigar besouro, devemos responder: “Está bom, filho. Vai pesquisar besouro.” Eu não investiria em tópicos, em áreas específicas. Eu investiria primordialmente em gente. Porque se você investir em pessoas talentosas, elas encontrarão nichos em que o Brasil terá benefícios tremendos.</p>
<p>&#8230;</p>
<p>Nós publicamos mais do que a Suíça. Mas o impacto da ciência suíça é muito maior. Basta ver o número de prêmios Nobel lá. E eles têm apenas cinco milhões de habitantes. Na academia brasileira, as recompensas dependem do que eu chamo de “índice gravitacional de publicação”: quanto mais pesado o currículo, melhor. Ou seja, o cientista precisa colecionar o maior número de publicações – sem importar tanto seu conteúdo. Não pode ser assim. O mérito tem de ser julgado pelo impacto nacional ou internacional de uma pesquisa. Não podemos dizer: quem publica mais, leva o bolo. Porque aí o sujeito começa a publicar em qualquer revista. Não é difícil. A publicação científica é um negócio como qualquer outro. Mesmo se você considerar as revistas de maior impacto. Também não adianta criar e usar um índice numérico de citações (que mede o número de citações dos artigos de um determinado cientista).</p>
<p>&#8230;</p>
<p>Se Einstein não poderia estar no topo, há algo errado. Minha esperança é que o futuro ministro ataque isso de frente pois, até agora, ninguém teve coragem de bater de frente com o establishment da ciência brasileira. Ninguém teve coragem de chegar lá e dizer: “Chega! Não é assim! A ciência não está devolvendo ao povo brasileiro o investimento do povo na ciência.” Os cientistas brilhantes jovens não têm acesso às benesses que os grandes cardeais – pesquisadores A1 do CNPq – têm, muitos deles sem ter feito muita coisa que valha.</p>
<p>&#8230;</p>
<p>Para entender a que me refiro, basta participar de reuniões científicas e acompanhar a composição de uma mesa. Não há nada semelhante em lugar nenhum do mundo: perder três minutos anunciando autoridades e nomeando quem está na mesa. É coisa de cartório português da Idade Média. Cientista é um cidadão comum. Ele não tem de fazer toda essa firula para apresentar o que está fazendo. É um desperdício de energia, uma pompa completamente desnecessária. Muitas vezes, os pesquisadores jovens não podem abrir a boca diante dos cientistas mais velhos. Eu ouço isso em todo o Brasil.</p>
<p>&#8230;</p>
<p>Eu adoro a USP, onde me formei. Mas a liderança que temos hoje na USP é terrível. O reitor da USP (João Grandino Rodas) é uma pessoa de pouca visão. Não chega nem perto da tradição das pessoas que passaram por aquele lugar. São Paulo acabou de perder um investimento de 150 milhões de francos suíços (cerca de R$ 270 milhões) porque o reitor da USP não tinha tempo para receber a delegação de mais alto nível já enviada pelo governo suíço ao Brasil. Mandaram o pró-reitor de pesquisa da universidade (Marco Antônio Zago) fazer uma apresentação para eles. Ninguém agradeceu a visita.</p>
<div class="posterous_quote_citation">via <a href="http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/nicolelis-diz-que-sofreu-sabotagem-nos-bastidores.html">viomundo.com.br</a></div>
</blockquote>
<p>Miguel Nicolelis falando muitas verdades. Mais claro e direto, impossível. Só selecionei umas citações&#8230; leiam a íntegra no link acima.</p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Como são as coisas</title>
		<link>http://organelas.com/2008/12/22/como-sao-as-coisas/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Dec 2008 00:17:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nelas</dc:creator>
				<category><![CDATA[biologia]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[fluxograma]]></category>
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		<description><![CDATA[De um lado tinha a música. Do outro a biologia. Em 2006 descobri um universo de músicas distribuídas livremente na rede e comecei explorá-lo. O primeiro contato foi pelo Jamendo e depois fui conhecendo os lançamentos das chamadas netlabels. Empolgado com tudo isso, pois achei muita coisa boa, resolvi criar um blog pra compartilhar esses [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<ul class="lang_switch"></ul>
<p>De um lado tinha a música. Do outro a biologia.</p>
<p>Em 2006 descobri um universo de músicas distribuídas livremente na rede e comecei explorá-lo. O primeiro contato foi pelo <a title="Jamendo" href="http://www.jamendo.com/">Jamendo</a> e depois fui conhecendo os lançamentos das chamadas <a title="netlabels" href="http://www.archive.org/details/netlabels">netlabels</a>. Empolgado com tudo isso, pois achei muita coisa boa, resolvi criar um blog pra compartilhar esses achados, o <a title="ccnelas" href="http://ccnelas.wordpress.com/">ccnelas.org</a>. Fui acumulando álbuns interessantes e um dia desses resolvi fazer uma coletânea com algumas músicas que havia divulgado no <a title="ccnelas" href="http://ccnelas.wordpress.com/">ccnelas</a>. Pensei um pouco a respeito.</p>
<p>Enquanto isso estava enfurnado em um laboratório no litoral norte de São Paulo fazendo meu <a title="Bolachas com água e sal" href="http://mestrado.organelas.com/">mestrado</a> com biologia marinha. Boa parte do meu projeto envolvia criar embriões e larvas de uma espécie de bolacha-do-mar. Nesta época fiquei todo o verão convivendo com estes embriões e larvas.</p>
<p>Alimentando e trocando a água todo dia, olhando no microscópio, tirando fotos, fazendo filmes. Talvez seja por isso que os cientistas sejam meio malucos; muitos vêem coisas que pouca gente no mundo imagina que exista, ou verá algum dia. Conhecer e conviver com estes bichinhos foi certamente intrigante.</p>
<blockquote><p><strong>Imagine:</strong> você é concebido na água do mar, e antes de ter uma dúzia de células, já está sozinho, pois o movimento constante da água se encarrega de diluir sua imensa (milhões) quantidade de irmãos; quando começa a nadar você não tem boca ou ânus, nem sequer nasceu da membrana que protege o óvulo; você usa pequenos cílios para nadar na água, que mais parece melaço, por causa de seu tamanho diminuto; você continua nadando, mas só vai para onde as correntes marítimas te levam, sua força é muito pequena; você continua a se desenvolver e finalmente tem pequenos braços e uma boca; com os braços você captura e se alimenta de microalgas enquanto continua nadando; na medida em que se alimenta começa a se formar, dentro de você, uma pequena estrutura; o que está crescendo é uma bolacha-do-mar; aos poucos a pequena bolacha vai ocupando parte do corpo da larva; em determinado momento a larva começa a nadar perto do fundo, abrindo os braços e expondo a bolacha; a larva e a bolacha, que são uma coisa só, experimentam o fundo, quando gostam um pé da bolacha se estende e gruda firmemente no fundo; a partir deste momento a bolacha nunca mais ira nadar e a larva começa a deixar de existir; em pouco tempo toda larva, suas estruturas, tecidos, são reabsorvidos pela bolacha, que já está dando seus primeiros passos entre os grãos de areia.</p></blockquote>
<p>Enquanto estudava esta efêmera e diferente história de vida das larvas plúteos, tive uma idéia. Resolvi escolher músicas publicadas no <a title="ccnelas" href="http://ccnelas.wordpress.com/">ccnelas</a> que representassem a estranha vida de uma larva plúteos e montar uma coletânea. Foi assim the nasceu &#8220;<a title="The Pluteus Trip" href="http://ccnelas.wordpress.com/syncytia/the-pluteus-trip/">A Viagem do Plúteos</a>&#8221; (original em inglês &#8220;<a title="The Pluteus Trip" href="http://ccnelas.wordpress.com/syncytia/the-pluteus-trip/">The Pluteus Trip</a>&#8221; lançado em 2007 <em>[usei a estranhez que a vida dos plúteos havia me causado como parâmetro para selecionar músicas disponibilizadas na rede]</em>.</p>
<p>Engraçado, enquanto compilava as músicas estava organizando a vinda da exposição &#8220;<a title="Oceano: vida escondida" href="http://www.usp.br/cbm/oceano">Oceano: vida escondida</a>&#8221; para São Paulo, e precisávamos de um texto de divulgação. O release que havia escrito para &#8220;<a title="The Pluteus Trip" href="http://ccnelas.wordpress.com/syncytia/the-pluteus-trip/">A Viagem do Plúteos</a>&#8221; caiu como uma luva e serviu de base para o texto &#8220;<a title="Vida escondida" href="http://www.usp.br/cbm/oceano/telescopio17.pdf">Vida Escondida</a>&#8221; publicado na magazine &#8220;O Telescópio&#8221; da Estação Ciência <em>[usei o release de uma coletânea de músicas para escrever um texto de divulgação]</em>.</p>
<p>Certo dia as fotos da exposição foram citadas numa <a title="Phlow Magazine" href="http://phlow-magazine.com/charts/223-nelas-ccnelas-free-music-charts-2007">revista digital de música livre</a>. Pouco tempo depois fui contatado para que uma das fotos do Alvaro fosse usada na capa de um mix de músicas ambientes chamado &#8220;Underwater is a place to be alone&#8221; <em>[usaram uma foto da exposição para ilustrar um álbum de música]</em>.</p>
<p>Este álbum era perfeito para servir de música ambiente para a exposição, mas por impasses técnicos não conseguimos colocá-la <em>[usaríamos um álbum , cuja capa era uma foto da exposição como música ambiente da mesma]</em>.</p>
<p>Fiz um <a title="Vida de Bolacha" href="http://mestrado.organelas.com/videos">vídeo</a> com o material do meu mestrado. Nas versões anteriores tinha colocado uma <a title="Música" href="http://organelas.com/musica/">música</a> minha inacabada. No entanto, não havia gostado muito, tanto do efeito da música no vídeo quanto da qualidade do som. Adoraria ter aceitado o desafio de compor uma trilha para o vídeo, mas simplesmente não havia tempo. Precisava então de uma música que tivesse o clima certo. Não pensei muito para recorrer ao &#8220;<a title="The Pluteus Trip" href="http://ccnelas.wordpress.com/syncytia/the-pluteus-trip/">The Pluteus Trip</a>&#8221; e não levou mais do que alguns minutos para definir a música tema do vídeo, que é a música de abertura da coletânea, <a title="My First Trumpet - Frerk" href="http://tinyurl.com/MyFirstTrumpet-Frerk">Autonarkose do My First Trumpet no álbum Frerk</a>.</p>
<p>Resolvi experimentar o <a href="http://www.yworks.com/en/products_yed_about.html">yEd</a> para mostrar as relações acima num fluxograma. Ficou interessante, especialmente os layouts automáticos (o primeiro posicionei na mão&#8230;).</p>

<a href='http://organelas.com/2008/12/22/como-sao-as-coisas/graphcoisas/' title='graphcoisas'><img width="150" height="150" src="http://organelas.com/wp-content/uploads/2008/12/graphcoisas-150x150.png" class="attachment-thumbnail" alt="Fluxograma do post criado usando o yEd" title="graphcoisas" /></a>
<a href='http://organelas.com/2008/12/22/como-sao-as-coisas/graphcoisas2/' title='graphcoisas2'><img width="150" height="150" src="http://organelas.com/wp-content/uploads/2008/12/graphcoisas2-150x150.png" class="attachment-thumbnail" alt="Layout automático" title="graphcoisas2" /></a>
<a href='http://organelas.com/2008/12/22/como-sao-as-coisas/graphcoisas3/' title='graphcoisas3'><img width="150" height="150" src="http://organelas.com/wp-content/uploads/2008/12/graphcoisas3-150x150.png" class="attachment-thumbnail" alt="Layout automático" title="graphcoisas3" /></a>
<a href='http://organelas.com/2008/12/22/como-sao-as-coisas/graphcoisas4/' title='graphcoisas4'><img width="150" height="150" src="http://organelas.com/wp-content/uploads/2008/12/graphcoisas4-150x150.png" class="attachment-thumbnail" alt="Layout automático" title="graphcoisas4" /></a>]]></content:encoded>
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		<title>Oceano no Rio &amp; Lablogatórios</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Aug 2008 07:29:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nelas</dc:creator>
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		<category><![CDATA[rio de janeiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Tópico rápido para anunciar as últimas novidades: A exposição &#8220;Oceano: vida escondida&#8221; está no Museu da Vida, Rio de Janeiro do dia 12 de Agosto de 2008 até dia 27 de Setembro de 2008! Se você é carioca, ou visitando a cidade maravilhosa vá conhecer cara a cara os seres que dominam boa parte do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<ul class="lang_switch"></ul>
<p>Tópico rápido para anunciar as últimas novidades:</p>
<p>A exposição &#8220;<a title="vida escondida" href="http://www.usp.br/cbm/oceano/"><strong>Oceano: vida escondida</strong></a>&#8221; está no <a title="Museu da Vida" href="http://www.museudavida.fiocruz.br/">Museu da Vida</a>, Rio de Janeiro do dia 12 de Agosto de 2008 até dia 27 de Setembro de 2008! Se você é carioca, ou visitando a cidade maravilhosa vá conhecer cara a cara os seres que dominam boa parte do planeta&#8230;</p>
<p>Para mais informações leia o <a title="Museu da Vida" href="http://oceanovidaescondida.wordpress.com/2008/08/13/oceano-ja-esta-no-museu-da-vida-rj/">tópico do blog oficial da exposição</a>. Ainda não viu as fotografias??? Visite o site da exposição no <a title="Oceano" href="http://www.usp.br/cbm/oceano/">http://www.usp.br/cbm/oceano</a>. Quer receber as novidades por email? <a title="Oceano por Email" href="http://www.feedburner.com/fb/a/emailverifySubmit?feedId=1274070&amp;loc=pt_BR">Clique aqui</a> (ou pelo <a title="Feed Oceano" href="http://feeds.feedburner.com/oceano">feed</a>).</p>
<p>A outra novidade é que acaba de ser lançado o <a title="Lablogatórios" href="http://www.lablogatorios.com.br/">Lablogatórios</a>, primeiro portal agregador de blogs de ciência brasileiro! Leia mais <a title="Lablogatórios" href="http://desertoresdaescada.com/2008/08/lablogatrios.html">aqui</a> ou entre direto no site <a title="Lablogatórios" href="http://www.lablogatorios.com.br/">http://www.lablogatorios.com.br</a>.</p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Congresso Internacional de Ensino em Ciências &#8211; Colômbia 2009</title>
		<link>http://organelas.com/2008/05/12/congresso-internacional-de-ensino-em-ciencias-colombia-2009/</link>
		<comments>http://organelas.com/2008/05/12/congresso-internacional-de-ensino-em-ciencias-colombia-2009/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 12 May 2008 23:02:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nelas</dc:creator>
				<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Colômbia]]></category>
		<category><![CDATA[congresso]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[eventos]]></category>

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		<description><![CDATA[Está aí uma ótima oportunidade para discutir a ampliar os horizontes da educação em ciência! Que tal os blogueiros científicos aderirem em massa? Até 2009 tem bastante tempo para desenvolver e testar idéias para apresentar no congresso&#8230;! Segue abaixo os temas a serem abordados no congresso: Active modern methods and innovations in science education (physics, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<ul class="lang_switch"></ul>
<p>Está aí uma ótima oportunidade para discutir a ampliar os horizontes da educação em ciência! Que tal os blogueiros científicos aderirem em massa? Até 2009 tem bastante tempo para desenvolver e testar idéias para apresentar no congresso&#8230;!</p>
<p>Segue abaixo os temas a serem abordados no congresso:</p>
<ul>
<li>Active  modern methods and innovations in science education (physics,  chemistry, biology, etc.)</li>
<li>Modern  curriculum design</li>
<li>Evaluation  and assessment</li>
<li>Science  experiment and laboratory in teaching and learning</li>
<li>Educational  technology, software and Internet in science education</li>
<li>Modern  textbooks</li>
<li>Research  in science and mathematic education</li>
<li>Science  Olympiads</li>
<li>Methodology  of mathematics education</li>
<li>Methodology  of different natural sciences (geology, astronomy, biotechnology,  biomedical sciences etc.)</li>
<li>and  other  themes</li>
</ul>
<p><strong>Info:</strong><br />
International Congress of Science Education<br />
 <a href="http://www.colciencias.gov.co/rec/cong" rel="nofollow">http://www.colciencias.gov.co/rec/cong</a><br />
15 a 18 de Julho de 2009<br />
Cartagena, Colômbia</p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Conferência do ImageJ</title>
		<link>http://organelas.com/2008/03/10/imagejconf/</link>
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		<pubDate>Mon, 10 Mar 2008 16:20:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nelas</dc:creator>
				<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[eventos]]></category>
		<category><![CDATA[imagej]]></category>
		<category><![CDATA[processamento de imagens]]></category>
		<category><![CDATA[software]]></category>

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		<description><![CDATA[English Acaba de ser anunciada a segunda conferência dos usuários e desenvolvedores do ImageJ! Será em Luxemburgo nos dias 6 e 7 de Novembro de 2008. O link para o site da conferência segue abaixo: http://imagejconf.tudor.lu/]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<ul class="lang_switch">
<li class="lang_switch"><a href="http://organelas.com/en/2008/03/10/imagejconf/"><img src="http://organelas.com/wp-content/plugins/zdmultilang/flags/en_US.png" alt="English" title="English" border="0">English</a></li>
</ul>
<p>Acaba de ser anunciada a segunda conferência dos usuários e desenvolvedores do ImageJ! Será em Luxemburgo nos dias 6 e 7 de Novembro de 2008. O link para o site da conferência segue abaixo:</p>
<p><a href="http://imagejconf.tudor.lu/">http://imagejconf.tudor.lu/</a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Faculty of 1000</title>
		<link>http://organelas.com/2008/03/04/faculty-of-1000/</link>
		<comments>http://organelas.com/2008/03/04/faculty-of-1000/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 05 Mar 2008 02:21:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nelas</dc:creator>
				<category><![CDATA[biologia]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhos científicos]]></category>

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		<description><![CDATA[Acabei de descobrir esse site! http://www.facultyof1000.com Nele aproximadamente 5000 cientistas &#8220;top do mundo&#8221; recomendam artigos científicos importantes, interessantes, controversos, etc&#8230; Em menos de 5 minutos mexendo eu encontri coisas bem legais! Ele tem uma seção de Biologia e outra de Medicina, obviamente olhei os artigos de biologia, especialmente de biologia do desenvolvimento. Ainda tem coisitas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<ul class="lang_switch"></ul>
<p>Acabei de descobrir esse site!</p>
<p><a href="http://www.facultyof1000.com/">http://www.facultyof1000.com</a></p>
<p>Nele aproximadamente 5000 cientistas &#8220;top do mundo&#8221; recomendam artigos científicos importantes, interessantes, controversos, etc&#8230; Em menos de 5 minutos mexendo eu encontri coisas bem legais! Ele tem uma seção de <a href="http://www.f1000biology.com/">Biologia</a> e outra de <a href="http://www.f1000medicine.com/">Medicina</a>, obviamente olhei os artigos de biologia, especialmente de <a href="http://www.f1000biology.com/browse/8006">biologia do desenvolvimento</a>.</p>
<p>Ainda tem coisitas legais como listar os &#8220;top 10&#8243;, os mais acessados, e as &#8220;pérolas escondidas&#8221;&#8230; Mais uma prova que a internet pode ajudar a ciência muito além do nosso velho conhecido <i>email</i>. Seria legal se usuários comuns pudessem deixar sua opinião sobre os artigos&#8230;</p>
<p>Putz, acabei de ver que para acessar talvez precise de assinatura da universidade&#8230; <img src='http://organelas.com/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':-(' class='wp-smiley' />  Quando voltar pra casa faço o teste.</p>
<p><font color="#ff0000">[edit] Continuo sem saber, consegui acessar de fora da rede da USP (colocando o login e tal&#8230;), mas ainda estou em dúvida. Tinha algo de 7 dias grátis&#8230; e ainda fazem 6 dias que me cadastrei&#8230; [/edit]</font></p>
<p><font color="#ff0000">[edit] É, não é livre&#8230; <img src='http://organelas.com/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' /> [/edit]</font></p>]]></content:encoded>
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		<title>Nature Precedings</title>
		<link>http://organelas.com/2007/06/18/nature-precedings/</link>
		<comments>http://organelas.com/2007/06/18/nature-precedings/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 19 Jun 2007 02:36:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nelas</dc:creator>
				<category><![CDATA[biologia]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>

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		<description><![CDATA[A Nature Publishing Group acaba de lançar um serviço bastante promissor chamado Nature Precedings. Nele você pode publicar artigos, carregar apresentações, posters apresentados em congressos antes de submeter o trabalho efetivamente para uma revista especializada. É o espaço que faltava para expor idéias mais ousadas que não tem espaço no formato das revistas convencionais. Ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<ul class="lang_switch"></ul>
<p>A <a href="http://www.nature.com">Nature Publishing Group</a> acaba de lançar um serviço bastante promissor chamado <a href="http://precedings.nature.com/">Nature Precedings</a>. Nele você pode publicar artigos, carregar apresentações, posters apresentados em congressos antes de submeter o trabalho efetivamente para uma revista especializada. É o espaço que faltava para expor idéias mais ousadas que não tem espaço no formato das revistas convencionais.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://organelas.com/wp-content/uploads/2007/06/precedings.png" rel="lightbox[54]"><img class="aligncenter size-medium wp-image-88" title="Nature Precedings" src="http://organelas.com/wp-content/uploads/2007/06/precedings-300x175.png" alt="Nature Precedings" width="300" height="175" /></a></p>
<p>Ao enviar seu trabalho ele é checado para verificar sua seriedade, mas não é revisado (peer-review). A idéia é que as revisões e discussões aconteçam no próprio site. E não precisa se preocupar em ter a sua idéia genial roubada por alguém, pois os artigos recebem uma identificação digital (<a href="http://www.doi.org/">DOI</a>) que permite que sua citação. O único cuidado a ser tomado é verificar se a revista que você pretende publicar o seu trabalho vai aceitá-lo se você colocar no Nature Precedings. Como muitas revistas exigem conteúdo original nunca antes disponível, as revistas podem encasquetar se você já tiver colocado suas idéias ou mesmo o artigo pré-revisão online.</p>
<p>A Nature anda investindo pesado nas mídias digitais para dinamizar a ciência. Além de contar com um site repleto de <a href="http://www.nature.com/webfeeds/index.html">feeds</a>, <a href="http://www.nature.com/blogs/index.html">blogs</a> e ainda ter seu <a href="http://www.nature.com/nature/podcast/index.html">podcast</a>, ela lançou recentemente o <a href="http://www.connotea.org/">Connotea</a> (um gerenciador de referências online), o <a href="http://network.nature.com/">Nature Network</a> (o myspace/orkut para cientistas) e o <a href="http://scintilla.nature.com/">Scintilla</a> (um agregador para filtrar e personalizar conteúdo para cientistas). Muitas ferramentas novas para experimentar! Agora, até a comunidade científica aderir a estas novas tendências digitais ainda vai demorar&#8230;</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://www.plos.org/images/pone_234x60.png" alt="PLoS One" width="234" height="60" /></p>
<p>Só pra não deixar em branco gostaria de falar da revista <a href="http://www.plosone.org/">PLoS One</a>, que foi especialmente desenhada para otimizar a discussão dos artigos lá publicados. É possível fazer comentários, anotações específicas, ou começar uma discussão sobre o artigo. Tudo isso para dinamizar a ciência! Eu acho um modelo muito bom, as pessoas só precisam se acostumar a fazer isso&#8230; Ah, e como o acesso aos artigos é aberto qualquer pessoa pode fazer comentários, não precisa ser doutor ou sabichão em algum assunto. Já comentei sobre a PLoS nos <a href="http://desertoresdaescada.com/2006/12/plos-one.html">desertores</a> para quem se interessar mais.</p>
<p>Estou testando esses serviços novos e algum eu volto a falar sobre eles!</p>]]></content:encoded>
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